Feicon Batimat 2014

Mais um evento que a JNG Materiais Elétricos vai participar confira !

Refletor em LED RGB - JNG

A JNG Materiais Elétricos traz para você mais uma novidade, os refletores em LED RGB

JNG disponibiliza software de programação do CLP Modelo AF-10MR-A

Já está disponível para download o software para programar seu CLP Modelo AF-10MR-A

Chave Fusível JNG

um dispositivo de proteção contra sobrecorrente em circuitos...

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terça-feira, 23 de julho de 2013

Disjuntores diferenciais evitam curto circuito



Quando assistimos em telejornais notícias relacionadas a incêndios, ficamos nos perguntando “mas o que causou o incêndio?”. Vários incêndios são provocados por curtos-circuitos que ocorrem em circuitos elétricos, nos quais a corrente elétrica é rapidamente elevada.

Podemos dizer que o curto-circuito ocorre porque a corrente elétrica que sai do gerador percorre todo o circuito e volta com a intensidade muito elevada.

Ele pode causar vários danos nos circuitos elétricos, pois provoca reações muito violentas em virtude da dissipação instantânea de energia. Nessas reações ocorrem explosões, dissipação de calor, produção de faíscas, etc.

Com a finalidade de evitar o curto-circuito são colocados fusíveis ou disjuntores no local onde passa corrente elétrica. Os disjuntores funcionam como um interruptor automático, pois quando detectam falha na corrente elétrica automaticamente são desligados, deixando assim o circuito aberto. Uma das características dos disjuntores é que podem ser religados manualmente. Já os fusíveis possuem a mesma característica, sendo diferenciados pelo fato de ficarem inutilizados quando realizam a interrupção.

Curto-circuito

Quando dois pontos de um circuito são ligados por um fio de resistência desprezível, dizemos que há curto-circuito, o que significa que os dois pontos têm o mesmo potencial. Em alguns casos, provocando um curto-circuito podemos eliminar um resistor do circuito, pois ele deixará de ser percorrido por corrente.

Na figura abaixo vemos um circuito em que os pontos X e Y foram ligados por um fio de resistência desprezível.


Circuito ligado por um fio de resistência desprezível

Quando a corrente elétrica atinge o ponto X, ela é totalmente desviada pelo fio de resistência r = 0, indo para o ponto Y. Desse modo, os pontos X e Y passam a ter o mesmo potencial e podem ser considerados o mesmo ponto, como mostra a figura abaixo.


A resistência R2 não é mais percorrida por corrente elétrica

O resistor de resistência R2 não é percorrido por corrente e pode ser eliminado do circuito. Desse modo, a resistência equivalente desse circuito é calculada da seguinte maneira:

Req = R1 + R3 + R4

Por Domiciano Marques
Graduado em Física
Equipe Brasil Escola


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Princípios de Desenvolvimento Sustentável



A energia é um dos principais motores de desenvolvimento das sociedades actuais. Promover o acesso a este bem é, no quadro dos Objectivos do Milénio, promover o combate à exclusão social e a melhoria da segurança e da qualidade de vida de uma parcela muito significativa da população mundial.


A proposta de soluções energéticas adequadas aos diferentes mercados que servimos, implica resposta simultânea a um conjunto de desafios, entre os quais:


> liberalização dos mercados no contexto de economias cada vez mais globalizadas, competitivas e reguladas;



> crescente procura de energia a nível mundial e consequente necessidade de gestão optimizada de recursos e da inovação;


> maior exigência da Sociedade, quanto à gestão social e ambiental das empresas, na sua esfera de influência;



> necessidade de redução da pegada ecológica da actividade e de cooperação no combate às alterações climáticas e à perda da biodiversidade no planeta;


> necessidade do reforço da confiança das diferentes partes interessadas nos sistemas de governo das empresas.


No respeito pelos compromissos publicamente assumidos, a resposta a estes desafios é suportada num conjunto de políticas corporativas e sectoriais, no quadro do Código de Ética EDP e dos seguintes Princípios de Desenvolvimento Sustentável:


1 - Valor económico e social


> Criar, de forma continuada, valor para os acionistas.


> Aumentar a eficiência na utilização dos recursos e reduzir a exposição ao risco.


> Contribuir para a melhoria da competitividade, nomeadamente através da prestação de serviços de excelência e da antecipação das expectativas e necessidades dos Clientes.


> Integrar os aspetos ambientais e sociais nos processos de planeamento e tomada de decisão.


> Contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações.


2 - Ecoeficiência e proteção ambiental

> Promover a utilização das fontes de energia renováveis e de tecnologias energéticas mais limpas e eficientes.


> Promover a melhoria da eficiência energética no consumo.


> Gerir os impactes das atividades, na procura de um balanço ambiental positivo.


> Contribuir ativamente para a preservação do ambiente e da biodiversidade.


> Promover a melhoria das práticas de gestão ambiental na cadeia de valor.

3 - Inovação


> Promover a inovação e a criatividade, na procura de novas oportunidades de mercado e na melhoria dos processos.


> Promover práticas colaborativas em todas as fases de concepção, produção e entrega de serviços.

> Promover a investigação e o desenvolvimento tecnológico e a gestão do conhecimento, no domínio da energia.


4 - Integridade e boa governação


> Cumprir a legislação e os padrões éticos e deontológicos estabelecidos.


> Respeitar e promover o respeito pelos direitos humanos, na nossa esfera de influência.


> Assegurar uma governação dos negócios, participativa, competente e íntegra.


5 - Transparência e diálogo

> Garantir um relacionamento aberto e de confiança com todas as partes interessadas.


> Promover canais de consulta e comunicação com as partes interessadas e tomar em consideração os seus contributos e expectativas.


> Relatar de forma transparente e objetiva o desempenho económico, ambiental e social.



6 - Capital humano e diversidade


> Promover a integridade, o rigor, a responsabilidade individual e o trabalho em equipa, favorecendo a diversidade.


> Promover o desenvolvimento das competências dos colaboradores e reconhecer a excelência e o mérito.

> Melhorar as condições de saúde, segurança e bem-estar dos colaboradores.

> Rejeitar práticas abusivas e discriminatórias, garantindo a igualdade de oportunidades.


> Promover a satisfação e a motivação dos colaboradores.


7 - Acesso à energia


> Promover o acesso à energia, de forma fiável, segura e com qualidade.


> Adaptar as políticas comerciais às especificidades de natureza social do mercado.

> Garantir a equidade no acesso à energia e aos sistemas energéticos.


8 - Desenvolvimento social e cidadania

> Promover a inovação social, maximizando o impacte social positivo da atividade.


> Apoiar iniciativas sociais e culturais, com base em critérios transparentes de avaliação do retorno social dos recursos investidos.

>Cooperar no desenvolvimento sustentável das sociedades.


FONTE: edp.pt

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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Setor elétrico - indexação e inflação



O governo tem manifestado a intenção de promover uma "desindexação" na economia para reduzir a "inércia inflacionária" e controlar a inflação. Embora haja algumas outras iniciativas visando a reduzir a indexação na economia, o foco do governo tem sido quase que exclusivamente a "desindexação" dos contratos do setor elétrico, tanto dos contratos de concessão a serem renovados quanto dos novos contratos de compra e venda de energia elétrica.

A indexação foi um problema grave no Brasil no passado, quando praticamente todos os preços eram indexados e o prazo entre reajustes se tornava cada vez mais curto. Essa preocupação governamental não é nova. O Plano Real, por exemplo, foi bem-sucedido na redução do grau de indexação na economia e, desde então, o País tem conseguido manter a taxa de inflação anual sob controle, em patamares de um dígito.

Com base nesse contexto, é importante ponderar objetivamente os custos e benefícios da eliminação da indexação em contratos de longo prazo, porque ela proporciona uma série de benefícios para a sociedade ao permitir que agentes façam compromissos contratuais de décadas com base nos fundamentos de sua atividade, desconsiderando riscos oriundos das políticas fiscal e monetária do governo.

Assim, a desindexação dos contratos do setor elétrico não pode ser uma medida tomada de forma impensada. Tal iniciativa requer conhecimento profundo da lógica econômica do setor e deve passar longe de arenas políticas e eleitorais. O estudo White Paper n.º 9 - Indexação de Contratos no Setor Elétrico e Inflação (www.acendebrasil.com.br/estudos) examina a desindexação em detalhes e aponta formas mais promissoras de alcançar os objetivos atrelados à contenção de ameaças inflacionárias.

O longo prazo rege toda a lógica do setor elétrico, cujo planejamento está alicerçado em contratos que variam entre 15 anos e 35 anos. A desindexação desses contratos forçaria os agentes do setor elétrico a assumir o risco da inflação, o que elevaria os custos do setor, seja por causa de prêmio de risco maior, seja pelas distorções no planejamento que inevitavelmente ocorreriam em razão de expectativas divergentes quanto ao comportamento futuro da inflação ou do encurtamento do prazo dos contratos.

O recorrente mito do chamado "índice setorial" também deve ser combatido. As diferenças nas estruturas de custos entre empresas de energia implicam que um índice aderente aos custos de uma determinada empresa destoará dos de outra empresa, inviabilizando um único índice setorial que reflita adequadamente os custos de todos os agentes do setor. Portanto, a teórica vantagem de um índice mais aderente aos custos é facilmente anulada pelo risco prático de se criar um índice que já nasce sem credibilidade.

Se o governo tem convicção da necessidade de reduzir a inércia inflacionária, é preciso que as autoridades atuem de forma sistemática para reduzir a indexação formal e informal na economia como um todo, sem "escolher" quais setores econômicos serão afetados.

A medida mais importante para alcançar esse objetivo é fazer com que a inflação se estabilize em patamar inferior ao atual. Para isso, é necessário reafirmar o compromisso com o regime de metas de inflação, perseguindo permanentemente o centro da meta. E, no médio prazo, reduzir gradualmente a meta para um patamar mais próximo de zero, com menor banda de tolerância.

Também é importante atuar para reduzir a indexação dos principais fatores de produção: a indexação de salários e do capital e, no caso do setor elétrico, promover a desindexação do preço do gás natural.

Em suma, o tema exige conhecimento técnico e precisa ser tratado sem viés político. Se a discussão for conduzida de forma descoordenada e casuística, o problema será agravado, com deterioração das expectativas da inflação futura e elevação da demanda por indexação. Será um verdadeiro tiro no pé.

Fonte: estadao

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Você sabe o que é um contator ?





Contactor é um dispositivo eletromecânico que permite, a partir de um circuito de comando, efetuar o controle de cargas num circuito de potência. Essas cargas podem ser de qualquer tipo, desde tensões diferentes do circuito de comando, até conter multiplas fases.

Os de potência, geralmente são apresentados em grupos de 3, devido ao seu emprego comum no comando de motores do tipo trifásicos.É constituído por uma bobina que produz um campo magnético, que conjuntamente a uma parte fixa, proporciona movimento a uma parte móvel. Essa parte móvel por sua vez, altera o estado dos seus contactos associados. Os que estão abertos, fecha-os, os que estão fechados, abre-os. Este contactos podem ser de dois tipos, os de potência e os auxiliares.

Vantagem do emprego de contactores


  • Comando à distância
  • Elevado número de manobras
  • Grande vida útil mecânica
  • Pequeno espaço para montagem
  • Garantia de contacto imediato
  • Tensão de operação de 85 a 110% da tensão nominal prevista para contator
  • Maior número de contactos
Tipos de contactores

Os contactores podem ser do tipo principais, que geralmente possuem 3 contatos NA (normalmente abertos) de potência, 2 NA's auxiliares, ou seja de comando, e mais 2 NF's (normalmente fechados) auxiliares, também para o comando.
também podem ser do tipo auxiliares, que possuem contatos apenas de comando, ou seja , seus contatos suportam uma menor corrente do que os principais.
vale lembrar que os contactores em geral possuem os chamados blocos aditivos, que são vendidos separadamente, variam de fabricante para fabricante, e tem a função de proporcionar contatos adicionais ao contactor (alguns modelos são de acoplamento frontal, e outros de acoplamento lateral).
Mini Contator

Pequenos contatores utilizados para comutar cargas mais baixas, porém seu tamanho não é tão vantajoso e sua manutenção mais trabalhosa, de modo que é recomendado o uso de um relépara as cargas até 10 amperes

Contactor de Estado Sólido

Já existem no mercado contactores que utilizam o mesmo princípio de estado sólido dos relés SSR, apresentando uma maior vida útil, menor tempo de atuação além da ausência de arco elétrico.

Fonte: wikipedia.org

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