Feicon Batimat 2014

Mais um evento que a JNG Materiais Elétricos vai participar confira !

Refletor em LED RGB - JNG

A JNG Materiais Elétricos traz para você mais uma novidade, os refletores em LED RGB

JNG disponibiliza software de programação do CLP Modelo AF-10MR-A

Já está disponível para download o software para programar seu CLP Modelo AF-10MR-A

Chave Fusível JNG

um dispositivo de proteção contra sobrecorrente em circuitos...

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

China promete reanimar indústria solar ~ JNG Materiais Elétricos

Mercado local sofre com excesso de oferta e queda no preço dos equipamentos




Crédito: GettyImages
O governo chinês prometeu no último sábado um maior apoio à sua debilitada indústria solar, em mais um esforço para reanimar o setor que luta contra excesso de capacidade e preços baixos.

Em julho, o Conselho de Estado já havia dito que o país buscava quadruplicar a capacidade de geração solar para 35GW em 2015, na intenção de aliviar o excesso de demanda dos fabricantes.

Em documento publicado na internet, o Ministério da Indústria, Tecnologia e Informação da China afirmou que está tomando providências para "promover o desenvolvimento sustentável da indústria fotovoltaica". As medidas seguirão a linha anunciada anteriormente para apoiar a consolidação da índústria, traçar diretrizes para fusões e aquisições e promover a normatização do mercado.

O documento ressaltou ainda que o governo chinês está atento à inovação tecnológica, especialmente no que tange à geração distribuída. O ministério está apoiando esforços de pesquisas para desenvolver baterias para armazenamento de energia solar.

O governo da China ressaltou que o setor viveu uma recuperação em 2013, ano em que a capacidade aumentou quase 8GW, dos quais 6GW em plantas de energia e 2GW em sistemas de micro e minigeração. Os números são da Aliança da Indústria Fotovoltaica da China.

Fonte: jornaldaenergia

Copa 2014: Estádio Nacional de Brasília terá instalação de usina solar ~ JNG Materiais Elétricos

Usina produzirá cerca de 3 mil MWh/ano e deve iniciar operação a partir de julho de 2014




Crédito: Allianz
A Companhia Energética de Brasília (CEB) publicou na quarta-feira (08/01) um comunicado no Diário Oficial do Distrito Federal informando que lançará até o final desse mês ou início de fevereiro o edital de licitação para selecionar a empresa responsável por implantar uma usina solar fotovoltaica no Estádio Nacional de Brasília.

O novo empreendimento deve gerar cerca de 3 GWh/ano, segundo a CEB, faz parte do projeto CEB GERAÇÃO SOLAR 2014. Além disso, a usina também é uma das exigências de sustentabilidade da Fifa para a Copa do Mundo e deverá ficar pronto até o dia 15 de julho de 2014.

A empresa informou ainda que a implantação da usina será em regime turn key, onde a vencedora se responsabilizará integralmente pela entrega da usina montada e conectada à rede. A ganhadora da licitação também deverá ser responsável pelo projeto executivo, aquisição de equipamentos (módulos fotovoltaicos, inversores, transformadores e sistema de medição e controle), proteção e impermeabilização das superfícies que receberão os módulos, montagem dos módulos, strings, pela conexão à rede e pelo comissionamento.

Dentre os requisitos que estarão presentes no edital, a CEB já adiantou que as interessadas deverão comprovar sólida experiência em integração de empreendimentos, incluindo a completa implantação de pelo menos um grande empreendimento utilizando Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede (SFCR). Por fim, a CEB ainda recomenda que os interessados também providenciem antecipadamente o seu pré-cadastro no Portal de Compras da CEB (http://compras.ceb.com.br).

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

ANEEL define o prazo de universalização rural por município




ANEEL define o prazo de universalização rural por município



A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou os Despachos 4324/2013 até 4330/2013, que definem o prazo limite de universalização rural dos municípios das concessionárias que possuem ano de universalização rural até 2014. Esta primeira etapa abrange as concessionárias: CELG, CEMIG, CHESP, ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO PIAUÍ, ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO RONDÔNIA, ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO RORAIMA e ENERGISA SERGIPE.

A definição faz parte da regulamentação disposta pela Resolução Normativa nº 563 de 09/07/2013, que determinou que as concessionárias ainda não universalizadas na área rural encaminhassem proposta por município para análise da Agência. As concessionárias com prazo limite de universalização rural maior que 2014 terão a definição por município no início de 2014.




Para consultar o prazo limite de universalização rural por município, acesse os links abaixo. (DJ/PG)




CELG: Texto Original

CEMIG: Texto Original

CHESP: Texto Original

ED PIAUÍ: Texto Original

ED RONDÔNIA: Texto Original

ED RORAIMA: Texto Original

ENERGISA SERGIPE: Texto Original
FONTE: aneel

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Hidrelétrica Santo Antônio recebe certificação para gerar créditos de carbono ~ JNG Materiáis Elétricos

Com isso,cerca de 20 milhões de toneladas de créditos de carbono serão comercializados nos próximos cinco anos

www.joiningbrasil.blogspot.com.br


A hidrelétrica Santo Antônio, localizada no rio Madeira, a sete quilômetros de Porto Velho (RO), obteve o registro na ONU para participar do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). A autorização possibilita a comercialização de cerca de 20 milhões de toneladas de créditos de carbono nos próximos cinco anos. A UHE produz 8,5 MW por km² de reservatório, que é o dobro da eficiência energética mínima para gerar créditos de carbono.

Segundo a Santo Antônio Energia, responsável pela construção da usina, com o aval da ONU, a hidrelétrica passa a ser primeira de grande porte e em operação comercial no Brasil a gerar efetivamente créditos de carbono para o mercado global. O volume de créditos equivale à quantidade de gases de efeito estufa não emitida na atmosfera, ampliando a oferta de energia gerada de fonte limpa e renovável.

“A hidrelétrica Santo Antônio foi projetada para alcançar o aproveitamento ótimo com o mínimo impacto socioambiental. O certificado da ONU comprova que estamos quebrando um paradigma, demonstrando que é possível aproveitar o potencial da Amazônia com responsabilidade e trazendo desenvolvimento para a região Norte, para o setor elétrico e para o País”, comemora Eduardo de Melo Pinto, presidente da Santo Antônio Energia.

De acordo com o consultor Carlos Spaca, toda a documentação para certificação foi colocada de forma pública para comentários na página das Nações Unidas, recebendo muitas críticas e comentários muito sérios. Todas as opiniões foram esclarecidas, mostrando que o projeto não só cumpria as regras exclusivas do MDL, mas também condições de desenvolvimento sustentável, nas partes social, ambiental, como também econômica.

“Fomos informados em julho de 2013 que o projeto foi registrado no MDL, sem nenhuma ressalva. Não é por que um projeto é grande, não é porque um projeto é feito na Amazônia, que ele não pode ser feito de uma maneira sustentável. A Santo Antônio Energia está demonstrando isso com essa qualificação MDL”, afirmou Spaca.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Aneel fixa TAR em R$79,87/MWh para 2014 ~ JNG Materiais Elétricos

Tarifa é utilizada no cálculo da compensação financeira pelo uso da água







A Tarifa Atualizada de Referência (TAR) utilizada no cálculo da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH) para geração hidrelétrica foi fixada em R$79,87/MWh pela Agência Nacional de Energia Elétrica, em decisão tomada pela diretoria nesta terça-feira (19/11). A nova TAR passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2014.

O Decreto n° 3.739, de 2001, estabeleceu a criação da TAR, que multiplicada pelo montante da energia de origem hidráulica efetivamente verificada (em MWh), gera o valor total da energia produzida para fins da compensação financeira. De acordo com a Lei n° 7.990, de 1989, a compensação financeira é destinada aos Estados e Municípios pelo aproveitamento de seus recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica.

A Resolução n° 66, de 2001, estabeleceu que a TAR deve ser reajustada anualmente com base em indicador econômico ajustado às especificidades dos serviços de energia elétrica a ser determinado pela ANEEL.

O novo valor da TAR, com vigência até 31/12/14, terá impacto sobre os recursos que serão pagos pelas geradoras de energia elétrica à União, a 21 estados, ao Distrito Federal e a 634 municípios como compensação financeira pelo alagamento de áreas destinadas a usinas hidrelétricas.

A TAR aplicada em 2013 é de R$75,75/MWh.

fonte: jornal da energia *todos os direitos reservados*

Aneel recebe pedidos de outorga para 1,66GW de UTEs ~ JNG Materiais Elétricos

Empresas da Renova Energia registraram requerimentos para quatro eólicas


Por Maria Domingues


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) registrou pedido de outorga para dez novos empreendimentos, sendo cinco eólicas e cinco usinas termelétricas. Ao todo, os projetos somam 1,743 GW, sendo que 1,66GW só de UTEs. Os requerimentos foram publicados na edição desta terça-feira (19/11) do Diário Oficial da União (DOU).

Entre os projetos termelétricos, destacam-se o da UTE Laranjeiras I, no município homônimo, em Sergipe, com 713,051MW, e o da UTE Porto de Sergipe, de 600MW, a ser instalado em Barra dos Coqueiros. Ambos requerimentos de outorga foram solicitados pela Genpower Energy Participações.

Dos cinco pedidos para usinas eólicas, quatro foram feitos por empresas das quais a Renova Energia é acionista, que pretende instalá-las em Iguaporã e Caetitê, na Bahia. O outro requerimento foi solicitado pela Morro Pintado Energia Renovável, para um parque de 10,08MW, em Areia Branca, no Rio Grande do Norte.

fonte: jornal da energia *todos os direitos reservados*

Brametal: Expansão nos EUA ocorre 25 anos depois de primeiro teste ~ JNG Materiais Elétricos

Empresa aproveitou oportunidade com a catarinense Celesc, e abriu seu mercado


Por Natália Bezutti

A Brametal comemorou na última quinta-feira (14/11) a expansão dos seus negócios para fora do Brasil, com a inauguração da estação de testes para torres de transmissão na cidade de Alvarado, Estados Unidos, fruto da joint venture com a Sabre Industries. O lançamento ocorreu 25 anos depois do seu primeiro teste para uma torre de transmissão no País, realizado para a Celesc.

O presidente do Conselho de Administração da Brametal, Ricardo Minatto Brandão, conta que o primeiro teste, em 1988, ocorreu porque as grandes empresas fabricantes de torres não respondiam às cotações da companhia catarinense, que tinha linhas pequenas. E, assim o executivo fez sua proposta: se a torre construída pela Brametal e passasse nos testes, a Celesc então a cadastraria como fornecedora.

“Mas eu falei aquilo sem saber a dificuldade que iríamos encontrar. A torre foi ensaiada em uma improvisação de estações de testes inimaginável, mas ela passou no teste de carga, e depois foi feito um teste destrutivo para ver se ela não estava superdimensionada e ela rompeu com 32% acima da carga máxima, o que foi considerado excelente. E, com isso, nós fomos cadastrados na Celesc e abrimos o mercado”, explicou Brandão.

Com isso, a empresa continuou expandindo seus negócios e hoje é um dos grandes players do mercado brasileiro para o segmento. Para este ano, a empresa esperar ter 20% no crescimento do faturamento, com previsão de lucros equivalentes a 10% sobre a receita líquida e um incremento da produção da ordem de 17%.

Mas sobre as metas da empresa econômicas, o presidente do conselho da Brametal declara a verdadeira preocupação são com as metas qualitativas. “Dentro disso, nossa principal meta são as pessoas, e o nosso principal segredo é que as pessoas da Brametal fazem a diferença. Sempre valorizei as pessoas, porque máquinas, você compra, mas pessoas treinadas e motivadas, isso não tem como comprar. E esse é o nosso perfil”.

Depois dessa grande conquista, Brandão ainda avalia que “chegar ao topo, talvez não seja o mais difícil, o mais difícil é se manter daqui para frente”, e sem se esquecer do mercado brasileiro e de conquistar novas posições no mercado sul-americano.

Para o primeiro projeto da Brametal fora do País, a nova “menina dos olhos” da companhia, o presidente do conselho reuniu clientes, funcionários e familiares, mantendo o espírito da empresa. “É um privilégio e um desafio estarmos num mercado tão competitivo como o americano”.

* Natália Bezutti viajou para Alvarado (EUA) a convite da Brametal

Celesc:radar aberto para novos negócios ~ JNG Materiais Eletricos

Empresa analisa portfólio de 1,5GW em eólicas e PCHs

Por Natália Bezutti

A Celesc afirmou, durante teleconferência realizada nesta terça-feira (19/11), que apesar de concentrar a maior parte de seus esforços no negócio de distribuição, está com o radar bem aberto para novos negócios em geração. Fruto de uma chamada pública que ficou aberta por cerca de 12 meses, a companhia levantou um portfólio de 48 projetos em análise, que somam aproximadamente 1,5GW.

Segundo o diretor-presidente da Celesc, Cleverson Siewert, os projetos estão basicamente divididos em 50% para fonte eólica e 50% para a hídrica, mais ainda estão em fase de avaliação interna da companhia para dar seguimento a eles ou não. Por isso mesmo, mais detalhes sobre os projetos ainda não podem ser revelados.

“É uma linha importante da companhia, nos temos trabalhado de forma muito efetiva para buscar novas oportunidades e negócios, e o segmento de geração é importante. O que eu posso te dizer é que o Conselho de Administração da companhia tem muito interesse em participar e buscar novos oportunidades e negócios. Estamos com o radar bastante aberto para isso”, contou Siewert.

No segmento, a empresa possui 12 pequenas centrais hidrelétricas, que somam 106,8MW de potência instalada, sendo que sete delas (95,8MW), não tiveram suas concessões renovadas pela MP579 e vencem entre 2015 e 2017. Mais quatro PCHs estão em desenvolvimento, e deverão adicionar, a começar em dezembro deste ano, mais 11MW ao portfólio da companhia.

A Celesc também possui participação minoritária em outras três PCHs, que juntas somam 9,6MW, e na hidrelétrica Dona Francisca, de 125MW. Além de participação em 252 quilômetros de linhas de transmissão, através da ECTE, e não descarta novos projetos para a área.


fonte: jornal da energia *todos os direitos reservados*

AP discutirá critérios para o cálculo do custo de capital utilizados nos leilões de transmissão ~JNG Materiais Elétricos

Interessados poderão enviar contribuições entre os dias 21/11 a 06/12


Por Adriana Maciel, de Brasília

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (10/11) a abertura de audiência pública para discutir os critérios e procedimentos para o cálculo do custo de capital (WACC) a serem utilizados na definição da receita teto das licitações para contratação das concessões (leilões) de transmissão. O período de contribuições, por intercâmbio documental, será entre os dias 21 de novembro a 06 de dezembro de 2013.

Apontado como principal fator para a falta de ofertantes nos leilões de maio e junho deste ano, o custo de capital utilizado na fixação da receita teto foi objeto de diversas reuniões entre a Aneel e os empreendedores de transmissão. As discussões focaram dois aspectos: o primeiro deles seria uma eventual subestimação do custo do capital próprio; o segundo seria o estabelecimento de uma estrutura de capital considerando um grau de alavancagem com captação junto ao impossível de ser realizada pelas regras de financiamento do banco.

A princípio, o custo de capital próprio a ser utilizado nas licitações deve refletir os resultados da discussão, na qual foi estipulado o valor de 10,45% a.a., em termos reais. Esse valor equivale a uma remuneração nominal de 17,35% a.a., considerando a expectativa de inflação dos agentes de mercado, disponível no Relatório de Mercado (Focus) do Banco Central do Brasil, de 18/10/2013, para o IPCA de 6,25% a.a.

Já o custo do capital de terceiros, por sua vez, é compatível com a taxa de captação obtida junto ao BNDES e será mantido o valor de 3,31% a.a., em termos reais, estipulado pela Resolução Normativa n. 539/2013. O prazo total do contrato proposto, incluindo período de carência na fase de construção, será de 14 anos.

Ao avaliar as exigências do BNDES para financiamento dos empreendimentos de transmissão, a SRE realizou uma série de simulações que confirmaram a alegação dos empreendedores quanto ao parâmetro de estrutura de capital. A superintendência da Aneel observou ainda que o grau de alavancagem máximo admitido pelo banco é de 70% dos itens financiáveis, sujeito à restrição do Índice de Cobertura do Serviço da Dívida (ICSD) de 1,3 vezes o valor da amortização mais juros, ou seja, o fluxo de caixa livre do empreendimento antes do pagamento da dívida deve ser 30% maior do que a parcela de pagamento do financiamento (amortização mais juros).

fonte: jornal da energia *todos os direitos reservados*

Celesc busca reequilíbrio econômico para renovação das concessões ~ JNG Materiais Elétricos

Empresa apresentou plano de ação para agência reguladora nesta segunda-feira (18/11)

Por Natália Bezutti





Com 97% de seu negócio vinculado à distribuição de energia elétrica, a Celesc vem trabalhando em diferentes frentes desde 2011 para restaurar o equilíbrio econômico da distribuidora, bem como a adequação dos investimentos e maior eficiência aos processos, o que deverá fazer a diferença durante o processo de renovação da concessão.

“Entendemos que a renovação terá dois vieses, um técnico e outro econômico. Do ponto de vista técnico, somos citados como benchmark, com um sistema robusto que atende o cliente de forma efetiva. E do ponto de vista econômico, nós estamos trabalhando as dificuldades com todas as metodologias desde o ano de 2011”, explicou o diretor-presidente, Cleverson Siewert.

Dentro disso, a empresa trabalha paralelamente com um Plano de Demissão Voluntária (PDV) e com um plano de eficiência operacional. Sobre o PDV, encerrado em julho deste ano, 753 funcionários foram desligados, e mais 300 devem sair até 2017. A empresa que detinha 3,7 mil funcionários em 2011 quer chegar a 2017 com algo em torno de 2,7 mil. Em um ano de processo, o resultado impactou em uma redução de quase 13,5% em despesas.

Já plano de eficiência operacional da companhia reestrutura suas áreas e processos no dia a dia. Em dezembro, após a anuência da assembleia legislativa de Santa Catarina, a empresa terá a extinção de 37 funções gratificadas, já aprovadas pelo Conselho de Administração, e que trará uma economia estimada em R$3,5 milhões aos cofres da empresa.

Segundo o Cleverson Siewert, além dos processos em questão, a empresa trabalha com uma redução de custos da ordem de 25% durante todo o período, que vai de 2014 a 2025. Em destaque, o diretor-presidente cita uma redução de 3% ao ano em pessoal de 2014 a 2017 – com verbas variáveis, redução do quadro e readequação de custeio com o plano previdenciário – e de 31,7% em MSO (manutenção, serviços e operação).

Essas ações vão de encontro ao plano de ação pedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 9 de agosto deste ano, e que foi apresentado na última segunda-feira (18/11) pela empresa à Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF).

“Tivemos 14 equipes nossas e que foram apoiadas por consultorias, que listaram 27 oportunidades prioritárias, representando 80% dos ganhos da empresa, que estão dentro da renovação da concessão e plano de ação da Aneel”, contou o presidente da Celesc.

Investimento em automação
Dentro dos sistemas de alta tensão, a empresa investiu R$50 milhões nos últimos 15 anos e centralizou a operação das linhas em um único centro de comando, passando a operação de 450 para apenas 60 funcionários. Sobre o assunto, Cleverson Siewert contou “essa é a verdadeira eficiência operacional, e que traduz muito daquilo que procuramos fazer”.

Além disso, a empresa que possui 300 religadores instalados em seus sistemas de média e baixa tensão, deverá instalar mais 400 até o final deste ano. O planejamento prevê ainda 3 mil equipamentos em funcionamento até 2017.

fonte: jornal da energia *todos os direitos reservados*

terça-feira, 19 de novembro de 2013

JNG Materiais Elétricos | Comandos elétricos ( Parte 9 )



Devem ser ligados através de fusíveis de proteção, contra curto-circuito, devidamente dimensionados.
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
Ligação de motores trifásicos
Os motores trifásicos podem apresentar 6 ou 12 terminais sendo cada par de terminais referente a uma bobina.
Os terminais são numerados como a seguir: 1
Ram D
Estrela - Triângulo - Segunda tensão √3 vezes maior que a primeira;
- Tensões: 220/380 V, 380/660 V, 440/760 V
- Cabos: 6 ( seis ) Tripla Tensão Nominal
- Cabos: 12 ( doze )
Série - Paralela - Cada fase é dividida em 2 partes;
- Segunda tensão é o dobro da primeira;
- Tensões: 220/440 V e 230/460 V
- Cabos: 9 ( nove )
Ligações em estrela ( Υ ) e em triângulo ( Δ )
Cada bobina do motor trifásico deve receber 220V em funcionamento normal, exceto se for motor especial para alta tensão.
• O motor de 6 terminais pode ser ligado em 220V ou em 380V; • O motor, de 12 terminais pode ser ligado em 220V, 380V, 440V, ou 760V.
A tensão com que se pode alimentar o motor depende da forma como são associadas suas bobinas.
Tal ligação pode ser estrela (ou y) ou triângulo (ou Δ) sendo que em triângulo as bobinas recebem a tensão existente entre fases e em estrela as bobinas recebem tal tensão dividida por √3.
As bobinas do motor de 6 terminais podem ser associadas em triângulo (para funcionar em 220V) ou em estrela (para funcionar em 380V ou para partir em 220V).
As bobinas do motor de 12 terminais podem ser ligadas de diversas formas diferentes: triângulo paralelo (220V) , estrela paralelo (380V), triângulo série (440V) e em estrela série (760V)
Observe-se que em paralelo as tensões são as mesmas do motor de 6 terminais e em série as tensões são dobradas.
Ligação de motores de 6 terminais
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
45 Terminais de alimentação: 1, 2 e 3
Ligação em triângulo
Ligação em estrela
= 220V
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
46 Ligação do motor de 12 terminais.
Estrela paralelo 380V
Triângulo paralelo 220V
Partidas
Durante a partida a corrente pode atingir valores muito altos. Por isso, nos motores de maiores potência utilizam-se meios de aplicar às bobinas menor valor de tensão durante a partida, a fim de se reduzir a corrente nesse momento.
IDEAL (do ponto de vista do motor); Provoca: Picos de corrente na rede; Pode provocar: Queda de tensão na rede; Suscita: Restrições por parte da concessionária; Redução da vida útil da rede (quando não dimensionada de acordo).
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
~~3
K1 FT1
FT S0
• Utilizada em aplicações cujas cargas tem conjugados baixos ou partidas a vazio
• O motor deve possuir 6 terminais;
• A corrente e o conjugado de partida ficam reduzidos a 3% ;
• Dupla tensão, sendo a segunda tensão √3 vezes a primeira; (Ex.: 220/380Volts)
• Na partida o motor é ligado em estrela até próximo da rotação nominal e, então, ocorre a comutação para a configuração triângulo.
(a) (b) (c) Corrente em estrela (d) Conjugado em estrela (e) Conjugado resistente
Corrente em triângulo Conjugado em triângulo
(e (d)
(b)
(a Ip / In Cp / Cn
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
Uma das formas de se conseguir essa redução é ligar as bobinas de forma que pudessem receber tensão maior que a de funcionamento. Por exemplo se o motor funciona em 220V, na partida este pode ser ligado em estrela, de forma que cada bobina receba 127V, e depois que o motor atinge pelo menos 75% da rotação nominal as bobinas passam para ligação triângulo. Esta técnica de partida é chamada estrela triângulo, Υ/Δ.

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fonte: ebah (*Todos os direitos reservados)

JNG Materiais Elétricos | Comandos elétricos ( Parte 7 )



Comando de motor trifásico com botão de retenção mecânica Circuito de comando a1 C1
F1 F2 F3 C1 Circuito de força
M1 3~
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
Comando de motor trifásico com auto-retenção, sinalização e proteção por relé térmico Circuito de força a1 C1
C1 C1 C1 B1
R1 F N
M1 3~
F1 F2 F3
C1 R1
Circuito de força
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
Sensor
C1 é uma chave magnética com bobina de 24Vcc e poderá acionar cargas de tensão alternada como a bobina de outra chave magnética por exemplo, através da qual pode-se por exemplo acionar um motor de indução.
a1 C1 a1 C2
220V C2 C2
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
Sensor fotoelétrico Sensor Capacitivo Sensor optico Sistema de controle de nível por chaves de nível com indicação de ligada e desligada a1 C1
C1 LSL 0001
LSH 0001
Sistema análogo ao anterior com alarme de nível muito alto intertravado com o
acionamento da bomba de modo a impedi-la de funcionar até que cesse a condição de alarme e haja reconhecimento.
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D a1 C1 a1 C2
C2C2 B3 r REARME
LSL 0001
LSH 0001
LSHH 0001
ALARME DE NÍVEL MUITO ALTO NO TANQUE T-0001
Nos meios de conhecimento de eletrotécnica o termo intertravamento designa a forma de interdependência entre chaves magnéticas que é visto no SISTEMA 5 visto a seguir.
No entanto em instrumentação e automação intertravamento designa qualquer forma de dependência de um sistema em função de outro.
Uma bomba d’água não se diz intertravada com as chaves de nível que têm a função de ligá-la e desligá-la. Mas se houver uma chave de nível muito alto com função de alarme e que também, em função secundária, desliga ou liga tal bomba então se diz que a bomba está intertravada com a chave de nível muito alto.
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
SISTEMA 1 POR AÇÃO DA CHAVE C1-1 , A CHAVE MAGNÉTICA C2 SÓ PODERÁ SER LIGADA (POR B3) CASO A C1 ESTEJA LIGADA. MESMO APÓS LIGADA, A CHAVE MAGNÉTICA C2 SE DESLIGARÁ (POR AÇÃO DE C1-1) SE C1 FOR DESLIGADO (POR B2).
a1 C1
C1 B1 a1 C2
C2 C2 B3 2
SISTEMA 2 POR AÇÃO DA CHAVE C1-1 , A CHAVE MAGNÉTICA C2 SÓ PODERÁ SER LIGADA CASO A C1 ETEJA LIGADA. DEPOIS DE LIGADA, ENTRETANTO A CHAVE MAGNÉTICA C2 INDEPENDE DA CHAVE MAGNÉTICA C1.
C2 G a1 C1
C1 C1
C1 B1 a1 C2
C2 C2 B3
C1-1
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
SISTEMA 3 POR AÇÃO DA CHAVE C1-1 , A CHAVE MAGNÉTICA C2 SÓ PODERÁ SE MANTER LIGADA CASO A C1 ETEJA LIGADA. ENTRETANTO A CHAVE MAGNÉTICA C2 PODE (POR B3) SER LIGADA INDEPENDENTEMENTE DO ESTADO DA CHAVE MAGNÉTICA C1.
C2 G a1 C1 c1 C1 C1 B1 a1 C2
C2 C2 B3
B4 C1-1
SISTEMA 4 POR AÇÃO DAS CHAVES C2-1 E C2-1 , AS CHAVES MAGNÉTICAS SÓ PODERÃO SER LIGADAS INDIVIDUALMENTE, SENDO NECESSÁRIO QUE SE DESLIGUE (POR B2 OU B4) A QUA ESTIVER LIGADA PARA PODER LIGAR (POR B1 OU B3) A OUTRA.
C2 G a1 C1
C1 C1
C1 B1 a1 C2

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fonte: ebah (*Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

JNG Materiais Elétricos | Comandos elétricos ( Exercícios )


Exercício
1) Um motor trifásico é instalado a 45m do gerador, e admite-se uma queda de 4% nos condutores de sua instalação.
Na placa do motor encontram-se Pn=50cv; Vn=440/760; η=0,9; cosφ=0,85 Dimensione os condutores.
2) Na placa de um motor trifásico encontram-se os seguintes dados: Pn=20cv; Vn=220/380; η=0,9; cosφ=0,85.
Dimensione os condutores para a instalação do motor a 120m do gerador, admitida queda de tensão de 6%
Diagramas esquemáticos
Nos diagramas a seguir vêm-se circuitos simples, onde o gerador está identificado por G, o receptor por R e os condutores são as linhas que os interligam.
A maioria dos circuitos reais não se resume apenas nos componentes do diagrama 1, pois há a necessidade de se dispor de um dispositivo para ligar e desligar o circuito, e isso é conseguido pela adição de uma chave (contato elétrico) em série com o receptor, como se vê no diagrama 2. A chave está identificada por S1
Valores excessivos de corrente provocam aquecimento também excessivo, que pode determinar a destruição tanto do gerador quanto do receptor e condutores. Por isso, para evitar que
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D a corrente atinja valores excessivos, coloca-se, também em série, um elemento que interrompa rápida e automaticamente a corrente caso esta ultrapasse muito o valor estimado como normal para o circuito.
O elemento mais simples para esta função é o fusível e é representado no circuito 3 e identificado por (F).
Diagrama 1Diagrama 2 Diagrama 3
S1 G R
S1 F
A utilização de chaves e outros dispositivos que permitem ligar e desligar cargas elétricas, nos momentos adequados para que essas cargas desempenhem suas funções se denomina comando elétrico.
Além de poder ligar e desligar, é de suma importância proteger e sinalizar o estado de funcionamento das cargas.
Os principais dispositivos utilizados no comando, proteção e sinalização elétricos são vistos a seguir.
Os diagramas elétricos podem ser feitos de acordo como o modelo unifilar ou multifilar conforme seu objetivo. Unifilar > Objetiva mostrar as interligações entre equipamentos sem minúcias quanto aos pontos de conexão existentes nesses equipamentos.
Engº. Edílson Alfredo da Silva CREA-8786/D
No exemplo abaixo, no gerador há apenas uma linha quando na realidade há pelo menos cinco. No transformador há duas linhas quando na realidade há oito.
Multifilar > Objetiva mostrar todos os condutores existentes em uma instalação. No circuito da próxima página há um circuito unifilar e seu correspondente circuito multifilar
F1 F2F3
C1 R1
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DISPOSITIVOS de Seccionamento de Proteção
Comutadoras Seccionadoras
Contatores
• em Vazio • sob Carga
Contra Sobrecargas
Curtoito
Relés Térmico
Contra Circu s Termistores
Fusíveis
Relés Eletromagnéticos
DISPOSITIVOS DE COMANDO, PROTEÇÃO E SINALIZAÇÃO Comando
Chave: É também denominado contato. Tem a função de conectar e desconectar dois pontos de um circuito4 elétrico.
O contato tem dois terminais: um deve ser ligado à fonte (ou gerador) e outro ligado à carga (ou receptor). É feito de metal de baixa resistência elétrica para não atrapalhar a passagem de corrente e alta resistência mecânica, de modo a poder ligar e desligar muitos milhares de vezes. A estrutura metálica tem área de secção transversal proporcional à corrente que comandam: quanto maior for a corrente que se deseja comandar, maiores são os contatos. O valor de corrente a ser comandada também influencia na pressão de contato entre as partes móveis do contato: maiores correntes exigem maiores pressões de contato para garantir que a resistência no ponto de contato seja a menor possível.
A separação dos contatos na condição de desligamento deve ser tanto maior quanto maior for a tensão para a qual o contato foi produzido.
A velocidade de ligação ou desligamento deve ser a mais alta possível, para evitar o desgaste por arco voltáico, provocado no desligamento quando a carga for indutiva.
O contato pode ser do tipo com trava (por exemplo, o tipo alavanca usado nos interruptores de iluminação) e também pode ser do tipo de impulso, com uma posição normal mantida por mola e uma posição contrária mantida apenas enquanto durar o impulso de atuação do contato. Nesse caso se chama fechador ou abridor conforme a posição mantida pela mola.
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Botoeiras
As botoeiras são chaves elétricas acionadas manualmente que apresentam, geralmente, um contato aberto e outro fechado. De acordo com o tipo de sinal a ser enviado ao comando elétrico, as botoeiras são caracterizadas como pulsadores ou com trava. As botoeiras pulsadores invertem seus contatos mediante o acionamento de um botão e, devido à ação de uma mola, retornam à posição inicial quando cessa o acionamento.
Essa botoeira possui um contato aberto, um contato fechado, sendo acionado por um botão pulsador liso e reposicionada por mola. Enquanto o botão não for acionado, os contatos 1 e 12 permanecem fechados, permitindo a passagem da corrente elétrica, ao mesmo tempo em que os contatos 13 e 14 se mantêm abertos, interrompendo a passagem da corrente. Quando o botão é acionado, os contatos se invertem de forma que o fechado abre e o aberto fecha. Soltando-se o botão, os contatos voltam à posição inicial pela ação da mola de retorno.
Fechador: Também chamado ligador, é mantido aberto por ação de uma mola e se fecha enquanto acionado. Como a mola o mantém aberto é ainda denominado normalmente aberto (ou NA ou do inglês NO).
Abridor ou ligador: é mantido fechado por ação de uma mola e se abre enquanto acionado.
Como a mola o mantém fechado, é chamado também de normalmente fechado (ou NF, ou do inglês NC).
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14 IDENTIFICAÇÃO DE BOTÕES SEGUNDO IEC 73 e VVDE 019
Significado Aplicações Típicas ou
Cores λ Parar, desligar.
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